A
estratificação social indica a existência de diferenças, de desigualdades entre
pessoas de uma determinada sociedade. Ela indica a existência de grupos de
pessoas que ocupam posições diferentes.
São
três os principais tipo de estratificação social: Estratificação econômica, baseada na posse de bens
materiais, fazendo com que haja pessoas ricas, pobres e em situação
intermediária. Estratificação
política, baseada na situação de mando na sociedade (grupos que têm e
grupos que não têm poder). Estratificação
profissional, baseada nos diferentes graus de importância atribuídos a
cada profissional pela sociedade. Por exemplo, em nossa sociedade valorizamos
muito mais a profissão de médico do que a profissão de pedreiro.
É
importante ressaltar que todos os aspectos de uma sociedade – economia,
política, social, cultural, etc. – estão interligados. Assim, os vários tipos
de estratificação não podem ser entendidos separadamente. Por exemplo, as
pessoas que ocupam altas posições econômicas em geral também têm poder e
desempenham posições profissionais valorizadas socialmente. A estratificação
social é a divisão da sociedade em estratos ou camadas sociais. Dependendo do
tipo de sociedade, esses estratos ou camadas podem ser: castas (Índia),
estamentos (Europa Ocidental durante o feudalismo) e classes sociais
(sociedades capitalistas).
O que é de fato uma instituição social: São
todas aquelas estruturas sociais ou formas de organização estáveis como a
Família, a Igreja, a Escola ou uma Empresa, que são baseadas em regras e
procedimentos padronizados, socialmente reconhecidos, aceitos, sancionados e
seguidos pela sociedade. Em outras palavras, poderíamos dizer também que são os
modos de pensar, de sentir e agir que a pessoa, ao nascer, já encontra
estabelecidos e cuja mudança se faz muitas vezes com dificuldades. E mais, elas
existem para satisfazer necessidades e servem como formas de controle social.
As
principais instituições são: A
Família é aquele tipo de agrupamento social cuja estrutura varia em
alguns aspectos no tempo e no espaço. Essa variação pode se referir ao número e
à forma de casamento, este que por sua vez é uma exigência social, ao tipo de
família e aos papéis familiares. A
Igreja, Uma coisa é fato, todas as sociedades conheceram e conhecem
alguma forma de religião. E enquanto a origem de todas as outras instituições
pode ser encontrada nas necessidades físicas do homem, a religião não
corresponde a nenhuma necessidade material específica. De certa forma, cada
povo tem nas crenças religiosas um fator de estabilidade social e de obediência
às normas sociais da sociedade. Por isso, dizemos que a religião sempre
desempenhou uma função importante e indispensável. Todas as religiões têm seu
lugar de culto: igrejas, templos, mesquitas, sinagogas, etc. E assim como a
família, a religião, ou as religiões também sofreram muitas mudanças. É
inegável que a Religião continua sendo uma das principais instituições a influir
no comportamento humano, porém, ela não constitui condição imprescindível da
ordem social. O Estado, todos
os recursos recolhidos pelo Estado, teoricamente deveriam ser investidos em
investimentos de infraestrutura e preste os serviços sociais básicos à
população, além, claro, manter a máquina administrativa do Estado. Para retirar
estes recursos da população, o Estado se baseia numa qualidade que é a essência
dele mesmo: seu poder de coerção. Esse poder autoriza o Estado e recorrer a
várias formas de pressão para fazer valer seu direito de cobrar impostos. O
governo pode adotar as seguintes formas: monarquia ou república. Há, no
entanto, variações nestas formas de governo. Em países da Europa (Grã-Bretanha,
Espanha, Suécia e Noruega) existem as chamadas monarquias institucionais (que
também podem ser parlamentaristas). E em outros países a república
parlamentarista e ainda a presidencialista.
A
mudança social é em suma toda a transformação observável no tempo, que afeta,
de modo não provisório ou efêmero, a estrutura ou o funcionamento da
organização social de uma dada coletividade e modifica o curso da sua história.
É a “transformação dos valores, ideais e formas de relacionamento resultantes,
nomeadamente, de processos de modernização que questionam o antigo e do
relacionamento mais forte entre os povos dos diferentes espaços nacionais, em
virtude dos processos progressivos de interdependência a nível mundial”. As
causas se dá por meio de duas forças: endógenas ou internas da própria
sociedade que serias as invenções e exógenas ou externas que seria a difusão
cultural. Os fatores contrários às mudanças se dão no deparar-se com os
obstáculos e resistências que se concentram em sua maioria no que tange ao
cristianismo e a democracia com seus diversos aspectos e fatores.
As atitudes individuais ou de grupo, podem ou não
favorecer a mudanças, destaco aqui as atitudes conservadores, progressista e
revolucionarias. Consequentemente, as invenções e a difusão cultural são
processos que ocasionam mudanças sociais, pois suscitam modificações nos
costumes, nas relações sociais e instituições. Gradativamente as reformas não
destoem as instituições, mas buscam melhorar sem romper com os costumes, por
outro lado as revoluções, atitudes violentas, destroem tais instituições
sociais e seus relacionamentos pois
rompem com os costumes e as bases, no desejo implantar uma nova ordem
social, ocasionando de fato a desorganização social.
Nenhum comentário:
Postar um comentário